Assim como eu, você também já deve ter pensado: “vou fazer um empréstimo”! Mas espere um pouco, será que essa é mesmo a melhor saída? E se realmente não tiver outro jeito, qual a forma mais indicada para adotar tal atitude sem que as consequências venham a fugir do controle?

Pesquisando sobre o assunto encontrei dicas bastante válidas dadas pelo famoso Consultor Financeiro Gustavo Cerbasi, autor de livros como Casais Inteligentes Enriquecem Juntos e Mais Tempo, Mais Dinheiro. Aproveitando o que aprendi, separei algumas orientações interessantes para partilhar com você. Veja só:

  • Empréstimos com parentes ou amigos: Pois é, eu sei, são quase irresistíveis, mas envolvem não só dinheiro como também o relacionamento. Por isso, deve partir de você a proposta de pagar juros e de assinar uma nota promissória, os quais irão ajudar a preservar a confiança e a amizade;
  • Empréstimo pessoal: Pode ser a forma mais prática de se conseguir recursos sem comprometer amizades e bens de família. No entanto, nesse caso os juros não são baixos! Sendo assim, é importante fazer uma boa pesquisa sobre taxas em diversos bancos;
  • Cheque especial: Funciona de forma simples e rápida? Sim, mas os juros praticados são ainda mais altos que os do empréstimo pessoal. Então, a dica é: utilize o limite do cheque especial apenas por um ou dois dias, quando acontecer algum imprevisto;
  • Penhor de bens: Nessa prática, como é fornecido ao banco um bem de valor mensurável como garantia do empréstimo que lhe foi feito, os juros são menores. Porém, a opção só deve ser adotada quando a falta de recursos for provisória e quando houver certeza de que alguma quantia surgirá em breve para pagar a dívida;
  • Empréstimos com Financeiras: Elas emprestam dinheiro sem muita burocracia e, em geral, atendem a clientes desesperados, que precisam de dinheiro urgentemente. Como trabalham com os juros mais altos da economia, as Financeiras tendem a conduzir o devedor ao total descontrole da dívida. Assim, devem ser evitadas ao máximo!