Seu porto seguro é investir em imóveis de empresas reconhecidas.
Use o FGTS ou faça um financiamento para facilitar a compra.

A economia de um país pode ser abalada por duas crises: econômica e financeira. Atualmente o Brasil enfrenta uma crise econômica, visto que perdemos capacidade de gerar riqueza, ou seja, as indústrias que podiam saíram do Brasil em busca de opções de produção menos caras.

Digamos que você seja assaltado, você está diante de uma crise financeira, mantida a sua capacidade de gerar riqueza, você se recupera em alguns meses. Por outro lado, digamos que você perca o seu emprego, ou mesmo que indústrias deixem o nosso país em busca de opções de menor custo de produção, estamos diante de uma crise econômica, de um momento para outro se encerra sua capacidade de gerar riqueza.

Ao invés de deixar o dinheiro no banco, compre um
imóvel

Para o diretor administrativo da Construtora Planeta, José Mauro Couto, a mudança de empresas do Brasil para países com menor custo de produção, foi fundamental para o início da crise. “O custo Brasil está alto, numa lista de 25 países pesquisados, ficamos na 23ª posição, México ficou em segundo lugar e China em quinto.”

A recuperação somente virá, se o ambiente econômico melhorar, isto leva tempo, dado o conjunto de coisas que compõem esse dito ambiente, tais como a carga tributária que as empresas arcam, os custos trabalhistas que incidem sobre a folha de pagamento, os custos de distribuição já que não dispomos de estradas ou de alternativas, como trens, etc.

A confiança de consumidores não é, portanto, fundamental para sairmos da crise. Ainda que em levantamento feito recentemente pelo Banco Central a crise duraria 2 anos. Essa estagnação deve durar 24 meses, mas a partir do próximo ano a recessão deve ser menor do que a de 2015, não sairíamos desse estado de crise, enquanto o ambiente de negócios não melhorar pela queda dos custos de produção, e a confiança dos empresários não se reverter estaremos sempre em estado crítico.

O Chanceler de finanças da Inglaterra, em sua visita ao Brasil, fez a seguinte declaração: “Bem-estar é emprego, emprego é empresa, empresa é ambiente de negócios”. Se quisermos sair da crise, devemos cuidar do ambiente de negócios e não atuar diretamente no bem-estar, pois o bem estar é mera consequência.

Diante de um momento delicado como esse, é natural que a população fique com receio de fazer novos investimentos. Nesse período, ao invés de deixar o dinheiro parado no banco, normalmente em cadernetas de poupança, o ideal é investir em bens que, no futuro, serão base de renda ou mesmo na realização de um sonho, como o ter a casa própria. “Manter o dinheiro investido em bens é a garantia de um ‘porto seguro’ quando passar a crise”, destaca Couto.

Apesar do receio em assumir dívidas num momento de estagnação econômica, hoje em dia há inúmeras alternativas de diminuir o número de parcelas e, até mesmo, o valor final dessa conta. Mediante os últimos aumentos dos juros para financiamentos, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) continua sendo uma boa opção para a compra de imóveis. Até mesmo para quem já possui a casa própria, investir em imóveis é uma boa opção, ao menos representa um porto seguro!